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sábado, 25 de setembro de 2010

QUANTOS FUNCIONÁRIOS MALANDROS IGUAIS A ESTA " GRANDE FUNCIONÁRIA PÚBLICA" TEM NO BRASIL!


24/09/2010 - 10h33
Namorada de filho de Erenice também tem cargo no governo


FILIPE COUTINHO
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA

A namorada de um dos filhos de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil, também conseguiu emprego no governo federal.

Trata-se de Priscila Loreta Vaz Silva, namorada de Saulo Guerra, filho de Erenice e sócio da firma de lobby Capital Consultoria, envolvida no caso que provocou a saída da ministra do governo.

Priscila foi nomeada em novembro de 2009, após começar a namorar Saulo, e ganha R$ 3.000 do Ministério da Aquicultura e Pesca para fazer "serviços administrativos diversos".

É o quinto caso conhecido de parentes e pessoas próximas a familiares de Erenice no governo. A Folha já revelou que três irmãos e um filho dela também ocuparam cargos sem concurso público.

Antonio Eudacy Alves Carvalho foi da Infraero e da CGU (Controladoria-Geral da União); Maria Euriza, do Ministério do Planejamento e da EPE (Empresa Pública de Energia) e José Euricélio, do Ministério das Cidades. Israel, filho de Erenice, foi da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).



Erenice também empregou a filha do presidente dos Correios, David de Matos, no gabinete. Ela se demitiu anteontem. Um irmão de Erenice foi empregado por David quando ele era dirigente numa empresa pública do DF.

BANCO DE CURRÍCULOS

O ministério nega influência política na contratação de Priscila. Diz que mantinha um banco de currículos e que ela foi contratada por "qualificações técnicas". Até junho de 2009, a pasta era subordinada à Casa Civil.

Priscila negou ter relacionamento com Saulo. Questionada sobre quem a indicou para o cargo, ela desligou o telefone e não atendeu mais à reportagem. No Orkut, porém, ambos se identificam como casados. Após ser procurada pela Folha, ela apagou seu perfil e uma foto em seu blog onde se podia ler: "vida de casado é...".

Saulo não foi encontrado pela Folha para comentar sobre o assunto.

domingo, 13 de junho de 2010

MALANDROS DO TERNO DE LINHO S 120


Só a vuvuzela sacode o Senado

Revista Época
RUTH DE AQUINO
é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br

Nunca antes na história o Senado brasileiro teve uma semana tão profícua. Véspera de Copa, com o país amortecido pela polêmica da Jabulani e o requebrado da Shakira, os 81 senadores esqueceram o corpo mole e partiram para o ataque. A julgar pela quantidade de decisões nos últimos dias, deveríamos fazer um exame de doping. Até de madrugada, todos votavam com uma energia incomum. Entraram impedidos, chutaram a Jabulani na trave e fizeram gol contra. Vuvuzela neles.

O país só examinou as jogadas no tira-teima. O juiz supremo, Lula, já prometeu anular uma das manobras, a da partilha dos royalties de petróleo. Quem sabe a sociedade – que conseguiu na semana passada uma vitória incontestável na campanha pela Ficha Limpa já em 2010 – se conscientize agora do poder da mobilização popular. A internet e as redes sociais podem ajudar o cidadão a promover um vuvuzelaço virtual sempre que o Senado fizer jogadas ilegítimas. Dando carrinho na Constituição, atropelando a ética, votando em benefício próprio. Ou prejudicando a arquibancada.

Primeiro, o Senado recontratou uma empresa de limpeza, a Adservis, que havia sido multada em R$ 4 milhões por não pagar a seus próprios funcionários. Nem os jornalistas que cobrem o Congresso em Brasília se animam a investigar essa caixa-preta. Eles já desistiram, resignados. Todo ano, dizem, é a mesma coisa. Como assim? Você e eu queremos saber por que a Adservis pôde participar de uma concorrência se, em janeiro, alegou problemas financeiros e deixou de pagar a quem limpava as latrinas e servia cafezinho. Quem assumiu a folha foi o Senado. Agora, a mesma empresa vai receber R$ 1,2 milhão por mês para fazer a faxina da Casa. Em miúdos, limpar o Senado custa aos cofres públicos – ou a nosso bolso – R$ 40 mil por dia! Isso caso a limpeza fosse diária. Duvidoso, porque os senadores trabalham cerca de três dias e meio por semana. Notícia importante ou supérflua? O Congresso não prometera cortar excessos e diminuir despesas? A Adservis não vai conseguir limpar o Senado. Quem sabe a mobilização popular consiga no grito. Vuvuzela neles.
No ataque até a madrugada, os senadores fizeram gol
contra e deram carrinho na Constituição

No dia seguinte, o Senado aprovou um plano “secreto” de reajuste de cargos e salários. Todos assinaram, menos uma petista de nome impronunciável, Serys Slhessarenko. O presidente do Senado, José Sarney, também assinou – mas afirmou ignorar detalhes. O Senado se habituou a atos secretos. Mas o jornal O Globo teve acesso ao plano: o aumento seria de 8,5% neste ano e 17% no ano que vem. Como esses % não significam nada para nós, mortais, aí vai o impacto em números absolutos: mais R$ 217 milhões de gastos agora com a folha e mais R$ 481 milhões em 2011. O salário de consultor do Senado pularia de R$ 14 mil para R$ 22 mil. A despesa total com pessoal já é de R$ 2,2 bilhões ao ano. Temos um dos Congressos mais caros do mundo. Quero ver o próximo presidente engolindo uma Jabulani dessas. O “plano” ainda precisa ir a plenário. Anotem aí: o prazo para aprovação dessa jogada é 2 de julho. Vuvuzela neles.

Na madrugada fria de quinta-feira, às 2h25, quando o país dormia e sonhava com o hexa na África do Sul, o energizado gaúcho Pedro Simon estava em pé na tribuna do Senado. Nem aparentava seus 80 anos. Na ânsia de aprovar sem debate a mudança na distribuição dos royalties do petróleo, ele apelou a uma retórica fatal. Em vez de argumentos, $$$. O Acre passa a ganhar tanto. Alagoas, esse outro tanto. Seguindo a tabelinha ensaiada, o senador Heráclito Fortes perguntou: “E o Piauí, senador?”. “De R$ 18 milhões passa a mais de R$ 1 bilhão”, respondeu Pedro Simon. Todas eram contas fictícias e improváveis. O petróleo ainda não está sendo explorado. Não se tem ideia de quando o país conseguirá atingir o pré-sal.

Ninguém dormia na plateia, ao contrário das sessões sonolentas que discutem coisas intangíveis e menos importantes como emprego, saúde e educação. A lógica do bônus (não do ônus) era infinitamente mais sedutora para os 41 senadores que votaram a favor da emenda Simon. A emenda contraria a Constituição. Entra em campo, Lula. Vuvuzela neles.








Olá ARVÃO,
Você postou o seguinte comentário no site de Época.

"Quem coloca esta corja no congresso ( com "c" minúsculo mesmo) é este povo abestalhado e ignorante., povo que se extasia com estas conversas "para boi dormir"., povo que reclama, mas deveria, isto sim, agir, de maneira até dura, para expurgar esta malandragem toda, os malandros do terno de linho S120. E prestem atenção, está chegando o GRUPO DO UAI,SÔ!!! Perigosos ao EXTREMO!!!"