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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
VEREADOR BANDIDO DA CIDADE DE PONTES E LACERDA (MT), É CASSADO!
27.09.2010
Vereador que agrediu repórter do SBT é cassado após CPI
A Câmara Municipal de Pontes e Lacerda (MT) cassou o mandato do vereador Lourival Rodrigues Moraes (DEM), o Kirrarinha, por quebra do decoro parlamentar. Em junho, o vereador agrediu fisicamente a repórter Márcia Pache da TV Centro-Oeste, filiada do SBT. Na sessão, realizada na noite de sexta-feira (24), seis vereadores votaram pela cassação e houve um voto contrário e uma abstenção, do próprio Kirrarinha. Apenas um vereador não compareceu à sessão que julgou o relatório da CPI instituída na Casa e que sugeriu a cassação.
Além de já ter agredido dois jornalistas, Kirrarinha responde por desvio de dinheiro público por meio de uma servidora de seu gabinete, a quem obrigava a devolver metade do salário recebido. Ele também é acusado de incentivar a invasão de casas populares que seriam entregues aos proprietários contemplados. Apesar de ter o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), o parlamentar está na disputa por uma das 24 vagas na Assembléia Legislativa nas eleições deste ano.
A jornalista disse que teme pela vida dela e de seus familiares. Um grupo de pessoas ligadas ao vereador tentou agredir a jornalista que foi protegida por policiais militares. “De hoje em diante é tudo inseguro, mas preciso continuar por meus filhos. Mesmo assim me orgulho porque o que aconteceu vai para uma nova página da história da política. A gente que é mulher não pode se acomodar”, disse.
A agressão de Kirrarinha à repórter, gravada em vídeo, foi notícia em todo o país e o Conselho de Ética do DEM aprovou parecer que pede a expulsão do parlamentar dos quadros do partido. Por ser decisão unânime do conselho, a saída dele da legenda é dada como certa mas sua desfiliação não foi oficializada. Ele teve seu requerimento de registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) mas mantém a sua candidatura.
*Com informações de Sonia Fiori, do Diário de Cuiabá
Vereador que agrediu repórter do SBT é cassado após CPI
A Câmara Municipal de Pontes e Lacerda (MT) cassou o mandato do vereador Lourival Rodrigues Moraes (DEM), o Kirrarinha, por quebra do decoro parlamentar. Em junho, o vereador agrediu fisicamente a repórter Márcia Pache da TV Centro-Oeste, filiada do SBT. Na sessão, realizada na noite de sexta-feira (24), seis vereadores votaram pela cassação e houve um voto contrário e uma abstenção, do próprio Kirrarinha. Apenas um vereador não compareceu à sessão que julgou o relatório da CPI instituída na Casa e que sugeriu a cassação.
Além de já ter agredido dois jornalistas, Kirrarinha responde por desvio de dinheiro público por meio de uma servidora de seu gabinete, a quem obrigava a devolver metade do salário recebido. Ele também é acusado de incentivar a invasão de casas populares que seriam entregues aos proprietários contemplados. Apesar de ter o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), o parlamentar está na disputa por uma das 24 vagas na Assembléia Legislativa nas eleições deste ano.
A jornalista disse que teme pela vida dela e de seus familiares. Um grupo de pessoas ligadas ao vereador tentou agredir a jornalista que foi protegida por policiais militares. “De hoje em diante é tudo inseguro, mas preciso continuar por meus filhos. Mesmo assim me orgulho porque o que aconteceu vai para uma nova página da história da política. A gente que é mulher não pode se acomodar”, disse.
A agressão de Kirrarinha à repórter, gravada em vídeo, foi notícia em todo o país e o Conselho de Ética do DEM aprovou parecer que pede a expulsão do parlamentar dos quadros do partido. Por ser decisão unânime do conselho, a saída dele da legenda é dada como certa mas sua desfiliação não foi oficializada. Ele teve seu requerimento de registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) mas mantém a sua candidatura.
*Com informações de Sonia Fiori, do Diário de Cuiabá
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sábado, 28 de agosto de 2010
LAURO MOURA CATARINO, O PERIGOSO!!!
Brasil
28/08/2010 - 11:57
Rio de Janeiro
Juiz militar é preso com mais dez pessoas por roubo de cabos telefônicos
Capitão lotado na Auditoria Militar acaba de julgar os PMs acusados de corrupção no caso do atropelamento do filho de Cissa Guimarães
Havia os mentores, que eram os oficiais, e a parte técnica, que sabia exatamente que fios cortar. Os fios ativos não eram cortados, porque causariam uma pane geral
O capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Lauro Moura Catarino foi preso na madrugada da sexta-feira 27. Motivo: ele e outro oficial da PM davam cobertura a um grupo de dez nove pessoas que furtava cabos de telefonia da operadora Oi, na Praia de Botafogo, na zona Sul. Isoladamente, este já seria um fato escandaloso. Mas o capitão Catarino é também juiz militar, e na quinta-feira julgou os policiais acusados de corrupção no caso do atropelamento do filho da atriz Cissa Guimarães. A quadrilha agia há oito meses nos bairros de Botafogo, Flamengo e Centro. Além de Catarino e do capitão Marcelo Queiroz dos Anjos, comandante do Batalhão Militar de Botafogo, faziam parte do bando dois ex-PMs, que haviam sido expulsos da corporação por terem cometido outros delitos, e funcionários da empresa telefônica. Eles faturavam, por mês, cerca de 300 mil reais. Os oficiais traçavam as estratégias do crime e davam suporte à ação do grupo.
O titular da delegacia responsável pelas investigações que levaram à prisão, Alan Luxardo, disse a VEJa.com que a quadrilha era a maior do estado em furto de cabos. “Era muito bem estruturada. Havia os mentores, que eram os oficiais, e a parte técnica, que sabia exatamente que fios cortar. Os fios ativos não eram cortados, porque causariam uma pane geral no sistema. Por isso, cortavam os inativos”. Os crimes aconteciam quase todos os dias, e cada ação rendia 10 000 reais ao grupo. Durante as investigações, que duraram dois meses, os agentes sabiam do envolvimento de dois policiais militares, mas não tinham conhecimento de que um deles era lotado na Auditoria Militar.
A juíza da Auditoria Militar, Ana Paula Barros, determinou o afastamento de Catarino do Conselho Permanente de Justiça Militar. Ou seja, o acusado não poderá auxiliar no julgamento de policiais denunciados por desvio de conduta. O comandante-geral da PM do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte, abriu um procedimento disciplinar para expulsar os dois policiais. Eles serão autuados por furto e formação de quadrilha, podendo pegar uma pena de até sete anos de prisão. Como foram acusados de furtar bens de uma empresa privada, o caso será julgado pela justiça comum.
Os presos se opuseram a prestar depoimento e só falarão em juízo. O comandante Mário Sérgio garantiu que não vai esperar o resultado das investigações da Polícia Civil para tomar providências e ordenou prioridade para o caso. Em nota, o coronel da PM diz que os fatos “apresentam robustez suficiente para a convicção de que os oficiais estão diretamente envolvidos neste crime”. No mesmo documento, o oficial afirma ser “inadmissível que policiais pagos com dinheiro público para proteger a população e bens privados e públicos se envolvam em atos como os descritos”. A Oi disse em nota que vai colaborar com as investigações da polícia e acompanhará o caso até o final.
Tags: caso rafael mascarenhas, corrupção, lauro moura catarino, polícia militar, rio de janeiro.
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