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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

VOCÊ SABE USAR O GOOGLE? VEJA AS DICAS



12 dicas para refinar suas buscas no Google

Há quem diga que existem duas eras na internet: “Antes do Google” (AG) e “Depois do Google” (DG). Isso porque, apesar de já existirem concorrentes quando o site foi lançado, o fruto de Sergey Brin e Larry Page cresceu de tal forma que se tornou sinônimo de busca na web, uma ferramenta complexa, com vários recursos interessantes. Alguns são óbvios, mas outros continuam desconhecidos do grande público. Na semana em que o Google completou doze anos, separamos doze dicas para você aproveitar melhor seus recursos. Confira.

1. Aspas
Esse é um dos truques mais velhos – e clássicos – da história das buscas. Procurando algo sobre um termo exato? Coloque-o entre aspas (exemplo: “campeonato brasileiro de futebol”). O Google vai fazer o máximo para encontrar exatamente o que você está procurando. Caso não encontre, vai indicar as palavras em ordem aleatória mesmo. Nunca é demais relembrar essa dica.

2. Operadores matemáticos
Dentro de uma busca, utilize o sinal matemático de subtração ( – ) para excluir um dos termos a serem rastreados. Isso vai ajudá-lo a refinar sua pesquisa. Por exemplo, o termo “Steve Jobs – Ballmer” vai retornar resultados relativos ao CEO da Apple (Steve Jobs), mas vai ignorar qualquer referência a “Ballmer”, de Steve Ballmer, atual presidente da Microsoft.

3. Coringa
O asterisco ( * ) funciona como um coringa em matéria de busca. Ele pode ser utilizado no meio de uma frase. Experimente a seguinte busca (sem as aspas): “Ainda que eu falasse a * eu nada seria”. A técnica é especialmente útil quando não lembramos parte do termo a ser buscado.

4. Procura em sites
Quer procurar algo em um site específico? Basta inserir na linha de busca o termo “site:”, seguido do endereço desejado. Experimente digitar (sem as aspas): “site:veja.abril.com.br”. O sistema vai procurar todas as referências dentro do mesmo domínio.

5. Definições
O operador “define:” funciona como uma espécie de dicionário, procurando os significados dos termos indicados pelo usuário em diversas páginas da web. Tente realizar a busca “define: azul”, por exemplo. Como resultado, você receberá informações sobre a cor.

6. Documentos específicos
Se você procura especificamente um arquivo PDF, uma apresentação em PowerPoint ou até uma planilha em Excel, pode dizer isso ao Google, por meio do comando “filetype: “, indicando a seguir o tipo de arquivo desejado. Por exemplo: “direito autoral filetype:pdf”

7. Calculadora
Precisa fazer um cálculo rápido? Tente digitar a expressão no campo de busca do Google. O sistema vai retornar uma página com o resultado. O cálculo “2*5+2-9/3″ vai resultar em “(2*5) + 2 – (9/3) = 9″.

8. Reconhecimento facial
Esse recurso não é 100% garantido, mas pode ser bem interessante. Se você estiver procurando o rosto de alguma pessoa, experimente colocar o nome e o comando “&imgtype=face”. O sistema vai preferir resultados de busca que trazem retratos. Infelizmente, o bom funcionamento do recurso ainda fica devendo nos rastreamentos em português. Mas experimente fazer duas buscas, ambas com o termo “paris”, uma utilizando o comando “&imgtype=face” e outra não. A diferença é evidente.

9. Filmes
Eis um recurso utilíssimo nas horas de lazer. Digite “filmes:” juntamente com o nome do filme em cartaz a que você pretende assistir. O Google vai devolver uma lista completa de cinemas e horários em que a obra pode ser vista. Digite “filmes: resident evil” no campo de busca e comprove.

10. Moedas
Euros, dólares, libras… Como calcular o valor dessas moedas em relação ao real? Simples, pergunte ao Google. O site possui um sistema de conversão de moedas. Basta digitar “dólares em reais” para ter o valor de 1 dólar convertido para a nossa moeda. Para obter valores específicos, basta entrar com o número, por exemplo: “50 dólares em reais”. O mesmo funciona para medidas.

11. Medidas, distâncias e afins
Assim como no caso das moedas, o Google oferece um conversor de distâncias e medidas. A sintaxe é praticamente a mesma: “metro para quilômetro”.

12. Horários
É fácil descobrir o fuso-horário em diversas cidades do planeta. Basta entrar com a frase “what time is it” e completar com o local desejado. Experimente com Brasília e Califórnia, por exemplo.

Bônus: resposta para a vida, o universo e tudo mais
Se você digitar o termo “answer to life, the universe, and everything” (“resposta para a vida, o universo e tudo mais”), o Google vai responder com o número “42″. Uma homenagem ao livro Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. Curioso? Use o Google para matar a charada!

Você conhece mais alguma dica útil para buscas?

(Por James Della Valle)

terça-feira, 27 de abril de 2010


Google adiciona episódios de seriados às buscas nos EUA


da Reportagem Local

O Google habilitou a busca por episódios individuais de séries televisivas em sua busca, além de pôr em ordem os resultados por temporada em cada série.

A opção está disponível apenas no Google.com (veja exemplo, em inglês, aqui).

As informações foram dadas pelo blog de tecnologia Marshable na segunda-feira (26).

Para usar o serviço, é necessário acessar o menu Vídeos na busca (trata-se da terceira no cabeçalho da página inicial do Google), e buscar pelo episódio desejado.

Ainda não há informações sobre a busca por episódios específicos de seriados no Brasil.

sábado, 20 de junho de 2009

OUTROS BUSCADORES ALÉM DO GOOGLE


Revista Época
19/06/2009 - 12:38 - Atualizado em 19/06/2009 - 22:36
Outros buscadores além do Google
Novos buscadores usam estratégias alternativas para ajudar você na web
Bruno Ferrari
A estudante de letras da Universidade de São Paulo Ariane Freitas, de 19 anos, faz parte da geração que nasceu respirando a internet. Para ela, digitar o endereço completo de um site no navegador está tão em desuso quanto o pronome de tratamento Vossa Mercê. Bem mais prático, diz, é digitar o nome no Google e ir direto para o link indicado. Mas Ariane não se considera dependente do buscador.

Quando seus objetivos são mais específicos, ela diz preferir outras ferramentas, que trazem resultados mais certeiros. “Procuro imagens diretamente no Flickr (álbum de fotos on-line) porque o resultado me agrada mais”, afirma. Para buscar ideias e inspirações para os posts que escreve em seus blogs, ela recorre ao Twitter (serviço de mensagens rápidas). Diferentemente de buscadores tradicionais, que demoram um tempo até indexar uma informação colocada na web, o buscador do Twitter faz isso na hora. “Isso é importante quando você quer pegar alguma coisa que aconteceu há dois minutos e não entrou ainda no Google. Mas já está no buscador do Twitter”, diz.

Ariane faz parte de uma turma que pode indicar a tendência da internet para os próximos anos. Apesar de o Google dominar o mercado de buscas, outras empresas de todos os tamanhos lançam sites alternativos, que tentam se consolidar em nichos ou virar a segunda opção do internauta. Alguns se concentram em temas específicos. Outros oferecem estratégias criativas para encontrar a informação. Eles querem uma parcela do mercado de publicidade on-line, que deu ao Google no ano passado US$ 22 bilhões.

Um buscador que ganhou certa notoriedade é o WolframAlpha, criado pelo físico britânico Stephen Wolfram. Em vez de indicar links para o internauta, ele tem a ambição de reunir informações sobre qualquer expressão que você digite. Como se fosse uma enciclopédia atualizada a partir de dados extraídos de outros sites. Funciona para países de língua inglesa. Mas informações sobre o Brasil são falhas. Na semana passada, não havia nada sobre a Praia de Ipanema. Há ainda buscadores científicos, como o Scirus, e sites, como o Hunch, o Akinator, o Mahalo e o Aardvark, que optam por estratégias tão bizarras quanto seus nomes (compare-as na tabela abaixo).

Há também quem encare de frente a briga com o Google. No início de junho, a Microsoft estreou seu novo buscador, o Bing. Além do visual exuberante, ele oferece alguns recursos a mais que o rival. Para usufruir do Bing, no entanto, o internauta brasileiro precisa alterar o país de origem para Estados Unidos e passar para a versão em inglês do site, onde os melhores recursos estão disponíveis. O objetivo é reduzir os cliques até chegar à informação desejada. Quando você busca vídeos, ele abre uma galeria de imagens. Se passar o cursor em cima de algum deles, você já assiste a um trecho. É possível também especificar qual é a fonte deles (YouTube, Hulu etc.), o tamanho da tela ou a resolução. Além disso, a atualização do site é, em alguns casos, instantânea. Se você digitar o código de um voo, o site informa, por exemplo, se ele está atrasado ou no horário.


ALTERNATIVA
Ariane com seu notebook. Ela usa o buscador do Twitter para encontrar informações mais atualizadas Os números ainda firmam o Google como líder na maioria dos países do mundo. De acordo com medição do site StatCounter, o Google é responsável por cerca de 90% de todas as buscas realizadas. O segundo lugar é do Yahoo!, que tem 5,6% do mercado. A Microsoft soma 2,7%, na terceira posição, apesar de ter ficado à frente do Yahoo! nos primeiros dias de vida do Bing. Nada que pudesse preocupar o Google.

Algumas consultorias americanas fizeram uma análise do tráfego no início de junho e identificaram que o novo buscador da Microsoft estava ganhando mercado do Yahoo!, não do Google. “Houve um interesse inicial, mas isso pode não se configurar como uma tendência”, afirma José Calazans, analista do Ibope/NetRatings, uma das principais empresas de pesquisa do Brasil. “Até porque o Google é tão forte no mercado de buscadores como a Microsoft no de software.” O Ibope não divulga a audiência dos buscadores no Brasil. Mas estima-se que o Google tenha aqui uma participação semelhante a sua presença mundial.

Para manter essa liderança, o Google também não está parado. Sergei Brin, um dos fundadores do Google, diz que ficou impressionado com as novidades trazidas pelo Bing. Depois de anos administrando a empresa com certo distanciamento, ele convocou sua tropa de elite de engenheiros para analisar os algoritmos (códigos usados para melhorar a inteligência da busca) desenvolvidos pela Microsoft e criar algo parecido. Novos sistemas inovadores devem vir por aí. “Estamos longe de resolver o problema das buscas. Apenas começamos a brincar com o que teremos no futuro”, afirma Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil.

terça-feira, 19 de maio de 2009

DEIXEM O VIRTUAL E USEM O ANALÓGICO


19/05/2009 - 14h00
Chefe do Google diz a jovens para saírem do virtual e viverem mundo real
Associated Press, na Filadélfia

O diretor da ferramenta de buscas mais popular do mundo falou a universitários dos Estados Unidos nesta segunda-feira (18), e os incentivou para que saiam do mundo virtual e façam conexões humanas.

Em palestra na Universidade da Pensilvânia, o executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, disse para cerca de 6.000 graduados que eles precisam descobrir o que é mais importante para eles --e, para isso, que vivam "analogicamente" por alguns momentos.

Diretor-executivo do Google Eric Schmidt, discursa na Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia; "desligue seu computador", afirma
"Desligue seu computador. Você realmente vai ter que desligar e descobrir tudo o que é humano em torno de nós", disse Schmidt. "Nada é melhor do que segurar a mão de seu neto enquanto ele caminha seus primeiros passos."

No discurso de ontem, ele lembrou que a escola Ivy League (grupo de universidades do nordeste dos EUA, do qual a Universidade da Pensilvânia faz parte) desempenhou um papel fundamental na indústria tecnológica, criando Eniac, um dos primeiros computadores eletrônicos do mundo, em 1946.

"Literalmente tudo que você vê --cada computador, cada telefone celular, cada dispositivo-- descende dos princípios que foram inventados aqui", observou Schmidt.

Schmidt, que tem um doutorado na Universidade da Califórnia, em Berkeley, também recebeu um grau honorário de doutor da ciência na cerimônia. Amy Gutmann, reitora da Universidade da Pensilvânia, justificou o prêmio dado a Schmidt devido a "múltiplas contribuições para colocar o mundo ao alcance da humanidade".

"Você tem dedicado a sua carreira a uma nova era de aprendizado, habilitada pela tecnologia", disse Gutmann.

É o segundo grau honorário que Schmidt recebe em poucos dias: no domingo, ele obteve congratulação semelhante na Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, onde fez um discurso similar ao da Universidade da Pensilvânia.

Previsões

Nos próximos 10 anos, segundo ele, a tecnologia vai avançar para um ponto no qual será possível ter 85 anos de vídeo em um valor equivalente ao do iPod.

A classe de 2009 se graduará em uma difícil conjuntura econômica, mas a crise pode ser um momento de inovação, disse Schmidt. Ele observou que produtos de consumo famosos foram feitos durante a Grande Depressão, a partir de 1929.

Divertidamente, ele comparou a geração atual do "Google e Facebook" com a sua: celulares contra cabines telefônicas, Nintendo Wii contra Pong (um dos primeiros jogos de computador), blogs contra jornais, Red Bull contra Tang.

Ele disse que os membros da sua geração gastavam todo seu tempo tentando esconder os momentos mais embaraçosos. "Hoje, a geração tem registros de todos os momentos e lugares no YouTube", disse, fazendo a plateia rir.

"Estou ansioso para os próximos 30 ou 40 anos", afirmou.