Mostrando postagens com marcador DR. PICARETA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DR. PICARETA. Mostrar todas as postagens
domingo, 23 de agosto de 2009
DR. PICARETA E SUAS VÍTIMAS ( ABDELMASSIH)
ARVÃO | SP / São José dos Campos | 23/08/2009 00:44
ARES DE RESPEITO E DE UM " DEUS"...
Este senhor com esta áurea de austeridade, competência e sisudez, está a cada dia sendo provado, que não passa de um canalha com a conivência de funcionários e de outros médicos de sua clínica, pois é impossível acreditar que de nada sabiam, o famoso efeito "LULA, nada sei, nada vi..." O que leva uma mente devassa e doente desta, seguir o cominho da canalhice? O que leva um homem "podre" de rico, ter atitudes de um animal raivoso? O que o levava a agir, sabendo que nada iria detê-lo? Fatos novos irão aparecer, inclusive exames de DNA serão pedidos com certeza, pois, até que se prove o contrário, da idoneidade deste doente mental, ele praticou a conjunção carnal com suas pacientes, quem sabe, não estou afirmando, alguns destes filhos de proveta, o pai não seja êle? Quem nos garante que não! Também, pergunto, na minha ignorância, o motivos das mulheres atacadas não darem conhecimento à justiça das atitudes dele? É uma pergunta que fica no ar... Já apareceu pessoas que sabedoras que os filhos não eram seus e que pagaram pelos "serviços" deste débil mental, receberam uma vultuosa quantia para calar-se... quantos não teriam também recebido ou ficaram amendrontados... enfim a justiça, espero que seja séria, faça um julgamento sério, isento e sendo culpado o remeta para um presídio ou clinicas psiquitras... Com certeza, não sofrerá as penalidades do Zé Ninguém, afinal, ele é o médicos dos famosos... mas quem é o pai? Dúvidas... Esta dúvida hoje não sai da cabeça de muitos...
ARES DE RESPEITO E DE UM " DEUS"...
Este senhor com esta áurea de austeridade, competência e sisudez, está a cada dia sendo provado, que não passa de um canalha com a conivência de funcionários e de outros médicos de sua clínica, pois é impossível acreditar que de nada sabiam, o famoso efeito "LULA, nada sei, nada vi..." O que leva uma mente devassa e doente desta, seguir o cominho da canalhice? O que leva um homem "podre" de rico, ter atitudes de um animal raivoso? O que o levava a agir, sabendo que nada iria detê-lo? Fatos novos irão aparecer, inclusive exames de DNA serão pedidos com certeza, pois, até que se prove o contrário, da idoneidade deste doente mental, ele praticou a conjunção carnal com suas pacientes, quem sabe, não estou afirmando, alguns destes filhos de proveta, o pai não seja êle? Quem nos garante que não! Também, pergunto, na minha ignorância, o motivos das mulheres atacadas não darem conhecimento à justiça das atitudes dele? É uma pergunta que fica no ar... Já apareceu pessoas que sabedoras que os filhos não eram seus e que pagaram pelos "serviços" deste débil mental, receberam uma vultuosa quantia para calar-se... quantos não teriam também recebido ou ficaram amendrontados... enfim a justiça, espero que seja séria, faça um julgamento sério, isento e sendo culpado o remeta para um presídio ou clinicas psiquitras... Com certeza, não sofrerá as penalidades do Zé Ninguém, afinal, ele é o médicos dos famosos... mas quem é o pai? Dúvidas... Esta dúvida hoje não sai da cabeça de muitos...
Marcadores:
DR. PICARETA
sábado, 22 de agosto de 2009
DR. PICARETA E SUAS VÍTIMAS
(I)
(II)
(III)
(IV)Egberto Nogueira/ Ima Galeria
(I)
"Procurei a clínica do doutor Roger em 2001 porque queria engravidar, mas meu ex-marido, com quem era casada na época, havia feito vasectomia. Já na primeira consulta, com meu marido ao lado, Roger tentou esfregar o pé dele no meu, debaixo da mesa, algumas vezes.
Eu tirei meu pé, achei estranho, mas não falei nada porque tinha medo de que meu marido quisesse interromper o tratamento. Fechamos um pacote para três tentativas por 30 000 reais. Daí em diante, passei a ir sozinha às consultas, que eram sempre bem cedo. Fiquei a sós com o doutor Roger diversas vezes e nada aconteceu. Até que, um dia, estávamos sozinhos numa sala, ele me pegou pelo pescoço, me empurrou na parede, me beijou à força e ficou passando a língua na minha boca. Eu me desvencilhei e perguntei se ele era louco. Ele não respondeu. Limpei a boca, com nojo, e fui embora. Não contei nada, de novo, porque meu sonho era ser mãe. Na segunda tentativa, a fertilização deu certo, e hoje eu tenho filhos gêmeos lindos, de 7 anos. Não me arrependo de nada porque realizei meu sonho. Resolvi denunciar quando soube que ele tinha feito isso e coisas muito mais graves com várias mulheres. Até então, pensava que havia sido só comigo. Eu espero que ele fique 500 anos preso."
Gislaine Afanasiev 39 anos, dona de casa de São Paulo, SP
Manoel Marques
(II)
"Comecei o tratamento em 2003. Um pacote de três tentativas custava 48 000 reais com recibo e 30 000 sem, e escolhemos o modo mais barato. Não engravidei na primeira tentativa. Na consulta para a segunda, fui sozinha, sem meu marido. Perguntei se eu podia escolher o sexo do bebê, porque queria menina. Ele disse que sim, mas isso custaria mais 1 200 dólares. Aceitei. Ao final da consulta, levantamos e nessa hora o Roger se postou na minha frente, me empurrou contra a mesa, puxou meu pescoço e, enquanto espremia seu corpo contra o meu, me deu um beijo de língua. Eu cerrei os dentes, mas não adiantou, ele ficou passando sua língua nojenta na minha boca. Levantei o joelho e tentei bater nele. Ele se assustou e se afastou. Eu o empurrei e saí correndo. Contei tudo ao meu marido. Ele sugeriu que a gente nunca mais voltasse lá, mas não denunciasse o Roger porque seria a palavra dele contra a nossa. Eu não queria deixar meu dinheiro lá, então resolvemos continuar o tratamento com outro médico da clínica. Fiz o resto dos procedimentos com Vicente, filho do Roger. Consegui engravidar na segunda tentativa, de gêmeas. Decidi dar o meu depoimento porque vi que a defesa do médico está dizendo que as mulheres que o atacam são frustradas por não terem conseguido ter filhos. Comigo, isso não aconteceu. Eu tenho duas filhas, mas mesmo assim denunciei esse monstro."
Helena Leardini 40 anos, dona de casa de Curitiba, PR
Egberto Nogueira/Imafotogaleria
(III)
"No dia da aspiração dos óvulos, acordei da sedação e o doutor Roger estava me abraçando e me dando parabéns. Depois, começou a me lamber. Dizia ‘você é linda, é muito especial, vem cá’, enquanto colocava a mão no meu peito por dentro do avental. Também pôs o pênis para fora e levou minha mão até lá. Colocou um dedo dentro da minha vagina. Eu estava confusa e fraca, me joguei no banheiro e tranquei a porta. Ele batia e dizia: ‘Sai, carioca, vai ser muito bom pra você’". Pensei em fazer escândalo, mas também pensava que meus filhos já estavam ali dentro da clínica. Enquanto meu marido assinava um cheque, o doutor Roger me puxou para dentro de uma sala. Tentou me beijar e enfiou a mão dentro da minha blusa. Saí correndo. Passei a noite tomando banho e fingindo estar com dor. Engravidei, mas perdi pouco depois. Na segunda tentativa, ao encontrar o doutor Roger no corredor, saí correndo e não quis voltar nunca mais. Não procurei outro tratamento e não fui mais a médico homem. Quando li as primeiras denúncias na imprensa, comecei a chorar e decidi contar para o meu marido, apesar do medo de que ele fosse ter nojo de mim. Ele disse que estava ao meu lado. Antes de denunciar, não me sentia digna porque não estava fazendo a minha parte, que era falar, para impedir que outras mulheres sofressem. Só no dia do meu depoimento consegui fazer uma oração de novo."
Crystiane Cardoso de Souza 37 anos, advogada do Rio de Janeiro, RJ
Paulo Vitale
(IV)
"Na segunda tentativa que fiz de engravidar, ele começou a tomar liberdades, passava a mão no meu cabelo, me abraçava. Um dia, na sala dele, me acuou contra a parede, pôs as mãos no meu seio, puxou minha mão para tocá-lo e começou a me beijar. Fiquei completamente paralisada, atordoada, mas nem pensei em parar o tratamento. Pensava: será que eu dei essa abertura? Passei a levar sempre alguém comigo, mas, quando ficávamos sozinhos, ele fazia de novo. Várias vezes tentou me beijar, enfiava a língua na minha boca, segurava meu seio, colocava minha mão no pênis dele. Uma vez eu estava de batom e sujei o bigode dele. Fiquei transtornada ao ver aquilo. Quando estava na posição ginecológica para colher os óvulos, ele se encaixava entre minhas pernas, punha as mãos nos meus joelhos e ficava me olhando, falando para eu ficar calma. Se fosse outro médico, daria um tapa na cara dele, sairia dali e nunca mais voltaria. Mas eu tinha um sonho. O que dava prazer nele era esse medo, ver até que ponto poderia mexer com a gente sem ninguém falar nada. Finalmente, contei para o meu marido só que ele tinha tentado me beijar na boca. Ele ficou transtornado. Parei de tentar engravidar na terceira vez. Depois de tudo, eu me separei, fiquei abalada emocionalmente. Nunca mais fui ao ginecologista."
Cristina Silva 45 anos, consultora de viagens de São Caetano, SP
Marcadores:
DR. PICARETA
Assinar:
Postagens (Atom)






.gif)
