Bugatti de 1936 é o carro mais valioso do mundo
Modelo Atlantic foi vendido por R$ 73 milhões em leilão nos Estados Unidos
Do R7

DivulgaçãoFoto por Divulgação
Carro vendido é um dos dois originais que sobreviveram
Um Bugatti 57SC Atlantic, de 1936, é o carro mais caro do mundo, vendido por cerca de R$ 73 milhões (US$ 40 milhões) ao Mullin Automotive Museum, em Oxnard, na Califórnia, de acordo com o Wall Street Journal.
O carro foi vendido pela casa de leilões Gooding & Company, com sede em Santa Mônica, que confirmou o negócio. O presidente e fundador da Gooding & Company, David Gooding, informou em comunicado:
- Estou extremamente satisfeito por ter encontrado o Bugatti 57SC Atlantic de 1936, um dos automóveis mais importantes e valiosos que era de uma coleção particular e raramente visto durante as últimas quatro décadas.
O carro pertencia à família Williamson, que tinha uma espetacular coleção de modelos Bugatti. Antes dele, o carro de maior valor, negociado em leilão público, foi uma Ferrari 250 Testarossa, de 1957, vendido em Maranello, na Itália, em maio de 2009, por cerca de R$ 22 milhões (US$ 12,2 milhões).
Apenas dois veículos se mantiveram originais: o carro da família Williamson e outro de propriedade da estilista Ralph Lauren. O presidente da Gooding & Company, David Gooding, comemorou a compra:
- Foi um grande prazer trabalhar com a família Williamson e contar com a confiança deles neste importante empreendimento.
Leslie Kendall, curador do museu Petersen Automotive, de Los Angeles, descreve como o colecionador se sente ao comprar um carro:
- Colecionadores dão tanto valor a carros, como as pessoas dão à arte, ao vinho fino, ao mobiliário e à esculturas.
O 57SC Atlantic baseou-se no Electron Aerolithe Coupe, um carro construído para o Salão de Automóveis de Paris de 1935. O carro foi projetado por Jean Bugatti, filho do fundador Ettore Bugatti.
O Mullin Automotive Museum, fundado pelo colecionador Peter Mullin, funciona em instalações anteriormente pertencentes ao Los Angeles Times e é dedicado à preservação da cultura francesa e a carros clássicos, a partir de 1930, incluindo marcas como Delahaye, Delage e Talbot Lago.







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